REVISTA VEJA 1968: PARA ONDE VAI A IGREJA?

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Boa reportagem sobre a crise pós-conciliar






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* Agradeço ao amigo Renan pelas páginas escaneadas.

RESPOSTA DE OLAVO DE CARVALHO AOS SEUS CALUNIADORES

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FORÇA OLAVO !


A doutrina católica sobre a maledicência e a calúnia,
segundo Adolphe Tanquerey


http://www.olavodecarvalho.org/textos/091120tanquerey.html


Nota introdutória por Olavo de Carvalho
20 de novembro de 2009

"Esses jovens conservadores estão mais longe da verdade que muitos 'melenudos progre' nos anos 60. Nossos cabeludos eram contestadores, atiravam coquetéis molotóv, xingavam, liam livros. Esses liberais que nasceram ontem dizem-se interessados no cristianismo, tiram o brinco (mas continuam vestindo-se mal), começam a tomar vinho e a visitar os avós. Mas na prática – Deus nos liberte desses ateus – só se tornaram um pouquinho mais vaidosos, um pouquinho mais arrogantes, um pouquinho mais sem-vergonha."
Júlio Lemos

Desde há alguns anos, noto que quase ninguém no Brasil, nem mesmo os comunistas, pratica a arte da difamação e da calúnia com o entusiasmo feroz de alguns militantes católicos, seja leigos ou sacerdotes. Protestantes também: com que freqüência deprimente não vemos pastores acusando-se mutuamente, em público, de adultério, de simonia e de sei lá mais o quê? Mas o fato é que a mim nunca me atacaram, ao passo que aqueles católicos, à simples visão da minha pessoa, sentem a comichão irresistível de entregar-se, com deleites de sadismo, à demolição do Oitavo Mandamento.

A desculpa que encontram para tão singular exercício é o zelo pelas almas de meus alunos e leitores, aos quais desejam, segundo alegam, poupar o risco da minha companhia tentadora. Daí o teor geral de suas advertências: Afastem-se do Olavo. O tom é sempre o mesmo, mas as justificativas são de dois tipos: (1) mentiras substantivas, atribuindo-me atos que não pratiquei ou hábitos que não tenho; (2) mentiras adjetivas, isto é, fatos inócuos descritos em palavras que lhes dão o ar de crimes ou pecados. Exemplos misturados:

· Afastem-se do Olavo porque ele é herético.

· Afastem-se do Olavo porque ele é gnóstico e maçom.

· Afastem-se do Olavo porque ele é guenoniano.

· Afastem-se do Olavo porque ele é astrólogo.

· Afastem-se do Olavo porque ele foi tentar arrancar dinheiro no Opus Dei.

· Afastem-se do Olavo porque ele tentou o mesmo na TFP e levou a porta na cara.

· Afastem-se do Olavo porque ele pede esmolas [quer dizer, há um link para doações no meu site, como em todo site similar nos EUA].

· Afastem-se do Olavo porque ele não tem diploma de filosofia.

· Afastem-se do Olavo porque ele é gay.

· Afastem-se do Olavo porque ele é centralizador e autoritário.

· Afastem-se do Olavo porque ele fala palavrões.

· Afastem-se do Olavo porque a mulher dele é uma prostituta.

· Afastem-se do Olavo porque os cursos dele são uma seita.

· Afastem-se do Olavo porque ele usa métodos de manipulação hipnótica para dominar seus alunos.

· Afastem-se do Olavo porque ele é um covarde: fica lá no bem-bom nos EUA enquanto nós aqui agüentamos o rojão petista, ateísta etc.

E assim por diante. Não vejo por que me defender de acusações tão francamente imbecis e mal intencionadas. Quem quiser acreditar nelas só fará dano a si mesmo. O único ponto que interessa ressaltar – por ser em si mesmo um fenômeno sociológico de certa importância – é que cada um daqueles que as emitem jura não ter-me ofendido jamais e, ao menor revide da minha parte, sai chorando que foi difamado, atacado, vilipendiado etc. etc. Isso é uma regra geral absolutamente infalível em todos os casos – e, sem dúvida, uma expressão notável da logica brasiliensis.

Uma senhorita que recolocou em circulação um velho escrito difamatório anônimo, violando até mesmo meus direitos constitucionais, jamais demonstrou o menor arrependimento por isso, e não consegui por nada deste mundo fazê-la sentir que agira de maneira moralmente ilícita, além de criminosa; admoestada, recolheu-se à torre de marfim da sua religiosidade sublime, e declarou que não devia satisfações a um sujeito da minha baixa espécie.

Um rapaz que me chamara de herege assegurou, ato contínuo, que jamais me insultara de maneira alguma. Mostrou assim ignorar que, na religião que diz professar, a acusação de heresia é a mais grave de todas, superior mesmo à de homicídio, e que, nessas circunstâncias, qualquer insulto que eu lhe dirigisse em resposta seria, em comparação, um pecado venial na mais grave das hipóteses. Pior ainda: é impossível alguém ser até mesmo vagamente suspeito de heresia enquanto não se apresentar como portador de uma teologia católica legítima em oposição à doutrina da Igreja, coisa que obviamente nunca fiz, pela simples razão de que jamais ensinei teologia alguma, limitando-me a investigar assuntos terrenos acessíveis aos métodos da ciência e da filosofia e deixando a teologia para os mais capacitados. Imaginar que qualquer afirmação filosófica ou científica – para não dizer qualquer opinião jornalística – possa ser lida como preceito teológico, e julgada sob esse prisma, não é só um erro de leitura imperdoável em pessoas que dizem ter formação universitária: é ignorar, na base, o que seja teologia. Teologia é, como o próprio nome diz, a interpretação racional do discurso divino, a explicitação das verdades compactadas no livro sagrado. Só duas ou três vezes me aproximei vagamente desse campo, em mensagens de Natal que se contentavam em estimular a fé cristã dos leitores e de novidade teológica não tinham nada.

O mesmo cidadão assegurava que, com a minha insistência em combater o comunismo em vez de praticar as virtudes cristãs, eu me igualava aos próceres da Teologia da Libertação. Ou seja; de um lado, sem nada saber da minha vida nem me perguntar nada a respeito, baseado portanto só em zunzum de terceiros e na sua própria imaginação, ele dava por previamente demonstrada a minha indiferença ou hostilidade às virtudes cristãs, substituídas por um mero anticomunismo laico; de outro, condenava-me ao inferno com base no princípio de que combater os inimigos da Igreja é tão ruim quanto ser um deles.

Outro acrescentava à maledicência a calúnia, confundindo propositadamente as noções de erro e mentira, de tal modo que, ao me atribuir algum erro que não cometi, podia explicá-lo por uma intenção mendaz que também não tive.

Outro, que proclamava ser eu um boca-suja indigno de freqüentar os meios bem educados, somava a essa piedosa advertência a informação de que eu era um cafetão casado com uma prostituta, além de homossexual, formador de quadrilha e cavador de dinheiro de instituições católicas. Obviamente esse também não me insultou nem difamou nem caluniou, apenas praticou em meu benefício a mais pura caridade cristã.

Outro, ainda, sem medir o grotesco do que fazia, macaqueava a estrutura dialética das quaestiones disputatae medievais para discutir, com ares de Sto. Tomás na sua cátedra de Paris, esta questão transcendente: "É lícito ao filósofo usar palavras de baixo calão?" – concluindo, evidentemente, pela negativa, e deixando inculcada nos seus devotos discípulos imaginários a impressão enganosa de que o filósofo referido usara aquelas palavras em demonstrações filosóficas, como substitutivos da argumentação racional, e não apenas num programa informal de rádio destinado a responder e-mails e comentar, por alto, as notícias da semana.

Qualquer que seja a variedade das imputações, uma delas reaparece com a constância recorrente de um Leitmotiv destinado a sublinhar as outras. É a acusação de covardia: sou um covarde porque vivo bem protegido em Richmond, Virginia, EUA, enquanto eles correm toda sorte de riscos no Brasil.

Desde logo, sendo todos esses acusadores bem jovens, ele deveriam fazer as contas e notar que, como jornalista de oposição no regime militar e depois como principal inimigo do esquerdismo na grande mídia, corri perigo, inclusive de prisão e morte, durante um período bem maior que a duração das suas porcas vidas.

Se depois dessa longa batalha eu tivesse me retirado para os EUA na intenção de desfrutar um período de sossego, para me dedicar a atividades intelectuais de maior envergadura longe da agitação imediata, não haveria nisso covardia alguma, apenas o exercício de um direito inerente à velhice ao fim de uma vida de combates.

Não creio que seja tão difícil fazer esse raciocínio, quando se tem alguma intenção de saber a verdade.

No entanto, para piorar as coisas, é absolutamente falso que em Richmond eu esteja protegido do que quer que seja, e os inquisidores-mirins que me condenam não deveriam ter grande dificuldade em percebê-lo, mesmo de longe, se consentissem em pensar no assunto por uns minutos antes de lavrar suas sentencinhas. De um lado, a primeira coisa que fiz aqui foi aproximar-me do grupo conservador mais discriminado, atacado, perseguido e fisicamente agredido dos EUA, grupo cujo líder, Alan Keyes, arrisca a pele diariamente como autor do processo mais explosivo já instaurado contra o presidente Barack Obama e, no curso de uma manifestação abortista, foi parar até na cadeia.

A segunda coisa que fiz nos EUA foi uma série de conferências no Hudson Institute, na Atlas Foundation, na Georgetown University, na America's Future Foundation, na Academia de West Point e em outras instituições, acusando abertamente a mais poderosa central globalista do mundo, o CFR, de mentir para ocultar a existência do Foro de São Paulo e os laços entre a esquerda latino-americana e o terrorismo islâmico. Considerando-se que o autor dessas intervenções era um residente estrangeiro, cuja presença no país é uma concessão estatal que pode ser revogada a qualquer momento, não creio que elas tenham sido propriamente demonstrações de covardia. Exposto a todas as retaliações do establishment local, não me encontro mais a salvo de qualquer iniciativa vingadora do governo brasileiro, que tem recursos para processar qualquer um em tribunais do exterior, para negar ao infeliz a renovação do seu passaporte ou para agir contra ele de mil maneiras diversas: estariam aqueles meninos afetados de demência senil ao ponto de esquecer que foi já nos EUA que perdi meus empregos no Globo e no Jornal do Brasil, restando somente o do Diário do Comércio para garantir minha permanência nos EUA com visto de jornalista? Ou padecem de falta de imaginação ao ponto de não conceber a insegurança, a total ausência de garantias em que vive aqui o residente estrangeiro sem um Green Card?

Se alguma comodidade e proteção decorrem do fato de eu residir tão longe do Brasil, é para meus difamadores, que podem dizer o que bem entendem sem precisar temer os processos judiciais que merecem, mas que, à distância em que me encontro, com os recursos de que disponho, não posso lhes mover.

Se não fosse isso, não teriam crescido como cresceram, em número, em arrogância e em virulência, precisamente à medida da distância em que me enxergavam, como hienas que rosnam de longe a um leão do qual não ousariam aproximar-se. Com efeito, até a data da minha partida do Brasil, o contingente dos meus difamadores era recrutado quase que inteiramente na esquerda estudantil (os professores, tantas vezes humilhados em debates, já haviam desistido de me atacar e adotado a regra do Milton Temer: "Do Olavo de Carvalho não se fala"). Desde maio de 2005, quando cheguei aos EUA, hostilidades longamente reprimidas nos círculos liberais, conservadores e católicos começaram a brotar por toda parte, cada vez mais mais abertas e descaradas, sobretudo depois que perdi minhas colunas no Globo e no JB, ficando meus meios de defesa restritos a uma publicação regional, embora respeitável. Encorajados pela situação propícia, indivíduos que antes me repugnavam pela hipocrisia e pela bajulação passaram a fazê-lo pela prática da calúnia e pela ostentação de falsa valentia à distância.

Eles sabem perfeitamente disso, de modo que, se me chamam de covarde, é por pura projeção da má consciência que, no íntimo, lhes revela serem eles os únicos covardes nesta história.

Todos esses jovens escrevem naquele estilo untuoso, cardinalício, pontificando muito sobre as "virtudes", a "fé", a "humildade", o "coração contrito", etc., e praticamente não deixando passar três linhas sem alguma saudação litúrgica, quase sempre em latim.

Em nenhum momento mostram a menor hesitação ou dúvida quanto à bondade intrínseca de suas intenções e atos, na qual confiam tanto que se diria ser esse o dogma central da sua religião, acima dos Dez Mandamentos ou pelo menos do Oitavo.

A distância entre suas auto-imagens e a realidade dos seus atos é tão vasta e intransponível, que se diria tratar-se de casos de dupla personalidade, nos quais a regra evangélica "não veja a tua sinistra o que faz a tua destra" se transmutou psicoticamente em "Não veja a tua consciência o que fazem tuas duas mãos."

Não compreendo que tipo de formação religiosa recebem esses garotos nas instituições católicas que dizem freqüentar, mas certamente não é a que recebi dos padres carlistas na Igreja de Nossa Senhora da Paz, em São Paulo, onde fiz minha Primeira Comunhão. O que ali se ensinava, a respeito de julgamentos emitidos sobre o próximo, era, em versão simplificada, substancialmente o mesmo que constava do tratado clássico de Adolphe Tanquerey, Compêndio de Teologia Ascética e Mística, então a obra-padrão para o ensino da matéria nos seminários.

Embora esses meninos se alardeiem conservadores, de vez em quando puxando as orelhas de algum teólogo da Libertação, sua conduta não se assemelha em nada ao que se esperaria dos católicos de antigamente. Ela vai até além do modernismo, dissolvendo a fé católica numa pasta indigesta de preconceitos burgueses que tudo julgam pelas aparências superficiais e consideram a impolidez um pecado mais chocante que a difamação e a calúnia, sem notar que o Primeiro Mandamento implica necessariamente, como regra máxima da moral, o senso da hierarquia dos valores.

Não sei se a leitura do excerto de Tanquerey que transcrevo abaixo servirá de alguma coisa a corações tão empedrados nas suas certezas autolisonjeiras ao ponto de tomá-las como altas expressões da fé. Mas, se não servir a eles, servirá aos demais.

Excerto de Adolphe Tanquerey

1045. B) Não é menos necessário respeitar a reputação e honra do próximo.

a) Evitar-se-ão, pois, os juízos temerários sobre o próximo: condenar os nossos irmãos por simples aparências e por motivos mais ou menos fúteis, sem conhecer a fundo as suas intenções, é usurpar o direito de Deus, único juiz supremo dos vivos e dos mortos, é cometer injustiça para com o próximo, pois se condena sem ser ouvido, nem conhecidos os motivos secretos das suas acções, e as mais das vezes sofre o império de preconceitos ou de qualquer paixão. A justiça e a caridade exigem, ao contrário, que nos abstenhamos de julgar e interpretemos o mais favoravelmente possível as acções do próximo.

c) Com mor força de razão nos devemos abster de maledicência, que manifesta aos outros as faltas ou defeitos secretos do próximo. Sejam muito embora reais esses defeitos; mas, enquanto não são do domínio público, não temos direito de os revelar. Se o fazemos : l) contristamos o próximo que, ao ver-se atingido na sua reputação, sofre com isso tanto mais quanto mais aprecia a honra; 2) abatemo-lo na estima dos seus semelhantes ; 3) enfraquecemos a autoridade, o critério de que ele tem necessidade para gerir os seus negócios ou exercer legítima influência, e deste modo causamos muitas vezes prejuízos quase irreparáveis.

Nem se diga que aquele, cujas faltas se divulgam, já não tem direito à fama ; conserva-o, enquanto as faltas não são públicas; e, seja como for, não se deve perder de vista a palavra de Jesus Cristo : "Quem de vós estiver sem pecado, atire-lhe a primeira pedra" (Jo. VIII:7). É de notar que os Santos são extremamente misericordiosos, e buscam todos os meios de salvaguardar a reputação de seus irmãos. Imitemo-los.

e) E deste modo mais seguros estaremos de evitar a calúnia que, por meio de imputações mentirosas, acusa o próximo de faltas que ele não cometeu. O que é seguramente injustiça, tanto mais grave quanto é certo que muitas vezes é inspirada pela maldade ou pela inveja. E que de males não acarreta! Demasiado bem acolhida, infelizmente, pela malícia, circula rapidamente de boca em boca, destrói a reputação e a autoridade daqueles que dela são vítimas, e por vezes lhes causa prejuízo considerável até mesmo nos negócios temporais.

É, pois, dever estrito reparar as maledicências e os calúnias. É difícil, sem dúvida, pois custa retra­tar-se, e, depois, a retratação, por sincera que seja, não faz mais que paliar a injustiça cometida : a mentira, ainda quando se desdiz, deixa muitas vezes vestígios indeléveis. Isso, porém, não é razão para não reparar a injustiça cometida ; é dever até aplicar-se a isso com tanto mais energia e constância quanto maior é o mal. Mas a dificuldade duma reparação deve-nos levar a abstermo-nos de tudo quanto de perto ou de longe nos pudesse fazer cair nesse grave defeito.

Eis o motivo por que as pessoas, que aspiram à perfeição, cultivam não somente a justiça, senão também a caridade que, fazendo-nos ver a Deus no próximo, nos leva a evitar solicitamente tudo quanto o possa contristar.

(Adolphe Tanquerey, Compêndio de Teologia Ascética e Mística, trad. João Ferreira Fontes, 4a. ed., Porto, Livraria Apostolado da Imprensa, 1948.)

MAIS UM PADRE DIOCESANO CONFIRMA QUE NOVA IGUAÇU É REDUTO DOS SEQUAZES DA TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO

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A Diocese de Nova Iguaçu foi tomada pela Teologia da Libertação desde a época do bispo Dom Adriano. A partir daí....


Centro de Memória Oral da Baixada Fluminense

Entrevista: Pe. Agostinho Pretto
Depoimento em 10/11/2003

http://khubo.com.br/cemobafluminense/personalidades/dom%20adriano/domadriano.php

http://khubo.com.br/cemobafluminense/personalidades/dom adriano/peagostinho.doc

Entrevistador - Dom Adriano dizia muito que a Baixada Fluminense “o converteu”. Isso tem haver com toda teologia da libertação?

Pe. Agostinho - Você também tocou em um dos pontos que eu colocava e que eu dividia em muitos. Dom Adriano assumiu a teologia da libertação, pois suas atitudes eram de libertação dos pobres e meu libertador. Era o meu libertador a partir dos mais pobres, a partir dos oprimidos, a partir dos excluídos, a partir dos abandonados, a partir dos diminuídos socialmente e ele como nordestino mudou, rapidamente. Ele veio de lá do grande Sergipe. Sergipano que era Bispo, auxiliar na Bahia, de lá que ele veio assumir a baixada e o que foi que aconteceu ? Aqui ele encontrou o Nordeste, ele encontrou os nordestinos, encontrou os paraibanos, encontrou os pernambucanos, encontrou os cearenses, encontrou os mineiros, encontrou os capixabas, encontrou os potiguaras, encontrou o Norte e o Nordeste presente na baixada em busca de uma vida melhor. Era bonito e era também impressionante quando você em uma Igreja dizia:"Quem veio do Nordeste levante a mão."; era realmente uma floresta de mãos levantadas. Hoje é claro que não seria isso, mas naquele tempo há 30 anos atrás a 40 anos atrás, no tempo que D. Adriano chegou foi marcante, e este é o ponto de partida que o levou a proclamar "O povo que me converteu". Quando ele soube que todos tinham a mesma origem, os mesmos problemas, que não tinha rosto, que ele soube ler nas mãos desse povo sofrido. Lutador em busca de uma casa, em busca de sua carteira de identidade, em busca de sua alfabetização, até em busca de um dinheiro mais, para enviar para o Nordeste para a família que lá deixou. Isso mexeu profundamente não só com Dom Adriano, mas mexeu com outros, assim nós conseguimos e tivemos a graça de viver com padres representantes de 13 nacionalidades. Isso também revela a grande alma desse bispo profético e tão democrático, aquele era um padre de 13 diferentes nações. E sem falar dos que vieram dos estados do Brasil para auxiliá-lo nessa grande tarefa de colocar de pé o povo. Passava a ser para todo mundo uma Baixada Fluminense, um lugar que não tinha nome, ao contrário passava-se a dizer que era dormitório do grande Rio de Janeiro, e era a população que saía desse dormitório, saíam trabalhadores da construção civil, porteiros, empregada doméstica, o mundo dos que lutam para sobreviver, isso mesmo que D. Adriano realmente atribuísse a sua conversão. Estamos escrevendo um livro, se Deus quiser, o livro terá como título "O povo me converteu".

Entrevistador - A principal obra de D. Adriano foi essa identidade com a população mais pobre da Baixada Fluminense. Ele plantou sementes (seminários, arquivos, sidicatos...), o senhor poderia falar algumas dessas obras ou iniciativas de Dom Adriano no campo de plantar sementes na Igreja, materialmente, aqui na baixada ?

Pe. Agostinho - Indiscultivelmente o grande trabalho de D. Adriano é a linha que ele deu, a da criação, da realização, a linha profética, a linha da libertação, a linha que aproximou Vida e Fé., Vida e Compromisso, Igreja e Fé, igreja participante de Deus esse é o grande edifício dele. Ele conseguiu na sua humildade, na sua perseverança, na sua persistência, nos seus escritos nas suas entrevistas ele conseguiu tudo isso, essa linha evangélica, condutor da espinhas. A espinha vertebral e de seu edifício foi este, e continua sendo este nos convidando a vir julgar, a partir da palavra de Deus, a partir da ordem, da ordem do meu Senhor dos pobres, Jesus Cristo. Nosso Senhor, na sua paixão e vida e ressurreição, esse é o grande edifícil, dentro desse edifício a partir desse edifício ele abriu um grande leque, grande leque isso mesmo. Ele fez disso um grande leque, ele fez um leque de apoio ao mundo das mães . Ele desdobrou outro caminho que era o MAB, muitos deles amigos de bairros, que nasceram as associações. Ele desdobrou outro caminho e a partir deste nasceu a Comissão da Pastoral Operária. Nasceu outro caminho que é a Comissão da Pastoral da Terra. Ele fundamentou os desafios de sermos realmente inseridos dentro de uma vida de um povo com a vida apostólica. Esse é um grande passo que ele deu e com isso ele construiu o Centro de Formação de Líderes. Criou a Casa de Oração.. Hoje ele criou todos os departamentos da cúria na Capitão Chaves, ele criou e animou a casa do nosso patronato, onde hoje acontece todos os encontros e também reuniões encontros dos jovens. Ele criou paróquias conduzidas por irmãs religiosas, ele criou todo um corpo. Passou a descobrir que padre sozinho não faz nada. Ele abriu as portas para que as comunidades entrassem, ele criou os diáconos que estão ali atuando nas dioceses da região, de 15 anos ou mais. Ele criou também as pastorais sociais, que são aquelas que respondem a exigência do cotidiano, a campanha do quilo, a campanha dos Vicentinos, a casa dos idosos e apoio às meninas abandonadas, enfim esse é, se você quiser, o grande livro de Dom Adriano com grande capítulo, o seu capítulo de luta e realizações permanentes que nós temos a responsabilidade de não deixá-los à margem e torná-los cada vez mais aperfeiçoado por muitos anos, e mais do que isso vividos, e temos agora a grande graça com a presença de Dom Luciano. Esssa figura de oração, essa figura de fé, essa figura que não é outra coisa senão prolongamente a alma de Dom Adriano que era o homem amigo dos padres e esse é realmente o homem que busca fazer do padre um grande colaborador em Jesus Cristo Nosso Senhor.

TEOLOGIA HERÉTICA DA LIBERTAÇÃO INSPIRA PASTORAL DIOCESANA DE NOVA IGUAÇU

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A caracterização do acervo histórico da Cúria inclui muitos registros a respeito da Teologia da Libertação, tais como: planejamento pastoral diocesano.

http://www.historiaecultura.pro.br/cienciaepreconceito/acervos/curia.htm


PADRE DA DIOCESE DE NOVA IGUAÇU CONFESSA INFLUÊNCIA DA TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO

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CENTRO DE MEMÓRIA ORAL DA BAIXADA FLUMINENSE
ENTREVISTA DO PADRE MARCOS BARBOSA GUIMARÃES

http://khubo.com.br/cemobafluminense/personalidades/dom%20adriano/entrevista_%20padre_%20marcos.doc

Entrevistador: O Bispo Dom Adriano seguia a Teologia da Libertação. O que acha disso?

Padre Marcos Barbosa: Certo. A Teologia da Libertação, isso é, refletir, pensar, a revelação de Deus a partir daquilo que é mesmo a história da salvação, né.
A partir da opção pelos pobres, partir da libertação e nesse contexto, nosso, do latino-americano e, no Brasil, é de fato esse olhar que o pensamento teológico necessita, né. A partir mesmo da nossa realidade sobre tudo o método de lutar e agir, o que penso que é uma Teologia como diz o próprio Papa, né, necessária também, mesmo naquela época em que pelos anos 1980, 89, parece 89, né; que houve uma reação também né; sobre tudo de Roma da Cúria Romana, da teologia da libertação. Gosto sempre de lembrar que alguns bispos e cardeais aqui do Brasil, disseram que a Teologia da Libertação ela, necessitaria que continuasse, né. E ela continua, é claro a partir de revisões, né. De acordo com a própria história circunstancias culturais, também a Teologia da Libertação precisa de uma revisão, mas ela continua, ela está aí porque é teologia fundada na bíblia, né. E na tradição da Igreja, na ação de Deus mesmo e desejo de Deus. Agora que eu acho essa teologia fez e faz muito bem nós todos, sem radicalismos, né.

PASTORAL DA JUVENTUDE EM NOVA IGUAÇU REZA PAI NOSSO REVOLUCIONÁRIO

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PASTORAL DA JUVENTUDE DE NOVA IGUAÇU
REZA PAI NOSSO REVOLUCIONÁRIO !

Veja aqui neste link abaixo:
http://pjdiocesenovaiguacu.blogspot.com/Carta Aberta das Juventudes do Brasil

HORRIPILANTE !

SINAL DA APOSTASIA !


Carta Aberta das Juventudes do Brasil

"Por ocasião da morte do nosso assessor nacional, Pe. Gisley Azevedo Gomes, nós, as juventudes brasileiras que viveram e conviveram com ele, que amaram e foram amadas por ele, viemos através desta manifestar toda a nossa tristeza e indignação pelo seu martírio. Somos jovens das Pastorais da Juventude, dos quilombos, das aldeias, das Comunidades Eclesiais de Base, dos Movimentos Juvenis, dos Movimentos Sociais, Igreja e Igrejas, Cristãos. Somos jovens de todas as Religiões que fazem deste Brasil uma nação de Fé.

Pai nosso dos pobres marginalizados...” Pai nosso dos marginalizados, dos excluídos por uma sociedade egoísta, Pai nosso dos milhares de jovens brasileiros/as vítimas da violência da falta de educação, saúde, da falta de políticas públicas pra juventude...
“Pai nosso dos mártires, dos torturados...” A juventude não precisava de mais um mártir, queremos nossos/as líderes vivos/as.

Pai nosso das Dorothys, dos Mauros, dos Oziel’s, dos Josés, das Marias, dos Gisleys, dos Silvas... Pai nosso dos/as que são martirizados todos os dias pela fome, pela violência, por tantos males que nos matam a cada segundo.

“Teu nome é santificado naqueles que morrem defendendo a vida, teu nome é glorificado quando a justiça é nossa medida...” E é por querer justiça que viemos agora gritar aos quatro cantos deste país o quanto amamos um homem santo e um santo homem. É pelo teu nome ser santificado na vida e na morte de Margarida, Chico Mendes, Josimo, Ezequiel, Dorothy e tantos/as outros/as, que viemos gritar contra a injustiça que está se fazendo com o nosso amigo e nos indigna o fato de alguns brincarem com a nossa dor, denegrindo a imagem de alguém que tanto nos amou. Nós, a juventude brasileira, não suportamos isso e queremos reafirmar que não nos calaremos!

“Teu reino é de liberdade, de fraternidade, paz e comunhão...” Se o teu reino é de liberdade, porque continuamos presos/as a um sistema opressor e egoísta? Paz... onde está a paz, se sua paz lhe foi tirada? Só não esquecemos do AMOR. Jamais esqueceremos do teu amor para conosco.
“Maldita toda violência que devora a vida pela repressão...” Mas benditos sejam os que pela violência te ceifaram a vida. Temos certeza que eles não sabiam o que faziam. Fica pra nós tua frase do último email: "Agradeço pelo empenho de tantas vozes dispersas até agora! Vamos juntos/as gritar, girar o mundo. Chega de violência!" CHEGA DE VIOLÊNCIA!!!

“Queremos fazer tua vontade, és o verdadeiro Deus libertador...” E muitas vezes, tantas vezes não conseguimos... Tua vontade é a vida, mas escolhemos a morte e infelizmente, nesta semana, escolheram por nós. Tanta tristeza e revolta que chega a parecer que nossa luta é em vão. Pra quê e porque defender uma juventude que mata, fere, destrói, que bagunça, não respeita ??
Nos fazemos esta pergunta agora e chegamos a seguinte conclusão: Ainda não lutamos suficiente, não transformamos a realidade juvenil e as suas atitudes. Agora chegou a nossa vez de cantar...
Fazermos marchas, caminhadas, romarias, vigílias, soltar a voz e cantar, gritar. Defender, viver... escrever nossa história de vida e luz. Somos o sal, fermento e luz. Que brilhe em nossos corações a paz e a unidade... Chega de tantas guerras, das dores de tantos/as jovens... nas drogas, na violência, trabalho escravo, sem teto, sem terra, órfãos, sendo discriminados, queremos igualdade. Basta de jovens no caixão... caixão este que muitas vezes é o da desigualdade social, do pré conceito e tantos outros...

Não vamos seguir as doutrinas corrompidas pelo poder opressor...” Mesmo diante da tua vida ceifada inegavelmente por um menor, continuamos gritando que jogar esse mesmo menor numa cadeia com adultos não é a solução. Continuamos contra a redução da maioridade penal. Diante da tua morte gritamos que queremos a vida; e vida em plenitude. Afirmamos decididos/as: Não seguiremos as doutrinas de morte que corrompem a vida e estraçalham os/as jovens!

“Pedimos-te o pão da vida, o pão da segurança, o pão das multidões. O pão que trás a humanidade, que constrói a gente em vez de canhões...” Pedimos-te o pão das políticas públicas para a juventude. Queremos educação, queremos um projeto popular para o Brasil que paute as razões do nosso viver. Pedimos o pão da coragem de gritar pela boca dos/as que sofrem a injustiça social, pela Negra Mariama que sofre a discriminação racial, pelo pobre que incomoda o latifundiário.
Queremos justiça, mas justiça com amor. Jovens de todo o Brasil, mais uma vez é derramado sangue. Mais um Mártir surge para nos abraçar com grande aperto no coração e, pelo seu sangue derramado, pedimos que todos intensifiquem a luta contra a violência. Somos a Juventude do Brasil, dos quilombos e das aldeias, do campo e da cidade, da Amazônia, do Cerrado, do Semi-Árido, do Litoral, dos Pampas... de todos os recantos deste Brasil. Somos Jovens e queremos viver porque “O rosto de Deus é jovem também e o sonho mais lindo é ele quem tem. Deus não envelhece, tampouco morreu, continua vivo no povo que é seu. Se a juventude viesse a faltar, o rosto de Deus iria mudar”.

“Perdoa-nos quando por medo ficamos calados diante da morte. Perdoa e destrói o reino onde a corrupção é a lei mais forte. Protege-nos da crueldade do esquadrão da morte dos prevalecidos...” Viemos também, por meio desta, gritar à juventude brasileira que nos perdoe porque demoramos tanto a começar a lutar que acabamos perdendo nosso amigo e irmão que nos incentivava para o combate. Viemos pedir perdão ao Gisley por tudo o que se está dizendo dele, nas mais variadas formas de nos enfraquecer. Foi calada mais uma voz a favor dos/as jovens na luta pela igualdade e pela justiça, mas esses/as mesmos/as jovens não se calarão.

Perdoa-nos Gisley, porque não começamos a lutar mais cedo, talvez se tivéssemos você ainda estaria com a gente. Choramos a sua ausência, mas reforçamos a nossa luta contra a violência e contra o extermínio da juventude. Não são três balas de 38 que calam a voz dos/as que lutam pelos direitos dos/as jovens neste país, não são instituições e autoridades vendidas que abafarão as vozes dos/as que clamam por melhores condições para se viver. Não são as armas nucleares, nem as guerras, nem o tráfico de pessoas humanas, ninguém, nem nada pode calar a voz destes profetas e profetizas! “Pai nosso revolucionário, parceiro dos pobres, Deus dos oprimidos!”

“PAI NOSSO REVOLUCIONÁRIO, PARCEIRO DOS POBRES, DEUS DOS OPRIMIDOS!” “Entre dores e sofrimentos, ousamos, ao lado do padre Gisley, celebrar e cantar a vida. Obrigado, padre Gisley, por nos comunicar o ardor da vida, por nos convencer a construir a paz!” OBRIGADO PE. GISLEY! SERÁS ETERNAMENTE O NOSSO ASSESSOR!!! A Campanha está lançada! Prosseguimos em Marcha, contra a Violência e em Defesa da Vida!

Juventudes Brasileiras
Brasil, 19 de junho de 2009. (Solenidade do Sagrado Coração de Jesus).

DIOCESE DE NOVA IGUAÇU: FATOS E FOTOS

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DIOCESE REVOLUCIONÁRIA DE NOVA IGUAÇU:
FATOS E FOTOS


Cartaz do DNJ 2009.
Comparem com os cartazes abaixo e descubram porque música
de Geraldo Vandré "pra não dizer que não falei das flores" inspirou a marcha da juventude.

Diocese marcou presença no dia dos excluídos em Aparecida.
Os católicos tradicionais dessa diocese deveriam fazer uma marcha dos excluídos, devido ao fato, de serem excluídos, por amor à tradição da Igreja.





Seminário Paulo VI. Este seminário modernista é na verdade o
Headquarters da Teologia da Libertação em Nova Iguaçu





Seminário diocesano homenageia seu "profeta". Patriarca dos hereges e inspirador da doutrina difundida na diocese.




O CÉU COMEÇA NA CRISTOTECA PARA JUVENTUDE CATÓLICA DE NOVA IGUAÇU

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DIOCESE DE NOVA IGUAÇU ENTRE A IRREVERÊNCIA E A SECULARIZAÇÃO

JUVENTUDE "CATÓLICA" EM NOVA IGUAÇU
MARCHA AO SOM DE RENATO RUSSO E GERALDO VANDRÉ...

http://www.mitrani.org.br/dnj2009.htm


Carnaval antecipado?

Cristotequeiros querendo vender ingressos

Carregando a cruz com irreverência

Mais irreverência

Que isso? Católico que perde a fé morre espiritualmente. Mas não é esse o caso... aqui tem o primado uma questão mais sociológica.

O céu começa na Cristoteca. Repare a frase:"O céu começa aqui."


Mártires? não, lembrança de uma chacina na baixada.

Plantão vocacional ao fundo, repare a faixa. De repente, depois desse tumulto, desses teatrinhos sociológicos, se você descobrisse sua vocação sacerdotal...

O colorido simbolizaria a diversidade?

Nova liturgia. Ritual afro, indígena ou hindu?


Nova Liturgia, esse teatrinho ridículo é comum em várias paróquias

Que coisa horroroza e patética !

Isso é mesmo liturgia católica?
Ou seria uma homenagem a novela Caminho das Índias?
Só não pode a liturgia tradicional, pois é muito antiquada...
mas essa estupidez litúrgica pode.


Sou seminarista, visto a camisa.

Até a jovem Eloá virou mártir

Eloá, nova mártir


Assim marcha a diocese de Nova Iguaçu
...

inspirada mais pela Cidade terrestre do que pela Cidade celestial...

Ao final, uma missa "bem festiva" (e não solene, segundo as observâncias litúrgicas) como próprio foi declarado no site abaixo:

http://www.mitrani.org.br/dnj2009.htm

JORNAL "A CAMINHO" DO INFERNO, DE PORTO VELHO, RONDÔNIA

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RUMOS DA APOSTASIA CATÓLICA EM PORTO VELHO, RONDÔNIA

Um leitor amigo e atento às heresias de sua diocese, mandou-me um exemplar de um jornal que é difundido em sua região, Porto Velho, Rondônia. O jornaleco é repleto de heresias. Percebe-se que é um veículo da turma da Teologia da Libertação.




Os responsáveis pelo jornaleco defendem o indiferentismo religioso e convocam os fiéis para a militância revolucionária.



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Seus responsáveis dão mostras de profunda ignorância histórica, acusando a Igreja de ter apoiado a escravidão e afirmando que as congregações religiosas não aceitavam negros.




Apresenta uma concepção eclesiológica herética, afirmam que "não importa a denominação...a Igreja é o povo e fundamentalmente formada por leigos e leigas"



Num trecho, afirma-se a possibilidade de eucaristia sem sacerdotes, onde as comunidades possam viver e celebrar a eucaristia em sua plenitude!

Chegando a inventar seu próprio martirológio com seus próprios mártires. Propõem uma nova Igreja, que de fato, criaram para si, como um novo credo, credo revolucionário,novos mártires, nova doutrina, etc.

TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO LEVA COMUNIDADES CATÓLICAS À APOSTASIA DA FÉ

CHESTERTON: PROGRESSISMO TORNA ADEPTOS ESCRAVOS DE SUA ÉPOCA

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QUANDO A MISSA COMPETE COM AS DIVERSÕES PROFANAS


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"As novas religiões se adaptam, de certo modo, ao mundo novo; este é seu defeito mais condenável... Assim, pois, todas se confessam progressistas, porque o progresso é o orgulho mais característico destes tempos, especificamente. Pretendem ser democratas porque nosso sistema político segue afirmando pateticamente que é democrático; se apressam a reconciliar-se com a ciência, o que, frequentemente, consiste somente numa reconciliação prematura; se despojam precipitadamente de tudo o que se considera pouco elegante e antiquado, sejam vestimentas ou símbolos; proclamam o brilho de seus serviços e o júbilo de seus sermões. As igrejas competem com os cinemas e inclusive chegam a converter-se em cinemas." (CHESTERTON, G.K. The Catholic Church and Convertion, Londres, 1960, pp.78-80 in: PEARCE, Joseph. G.K.Chesterton, Encuentro, 2009)

AGOSTINHO: AMEM, MAS VEJAM O QUE AMAM

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AGOSTINHO: PROCURAR A VERDADE PARA SER FELIZ

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AGOSTINHO: A ANGÚSTIA DO VAZIO SEM DEUS

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TUDO O QUE A VERDADE APROVA NA CONDUTA DOS HOMENS PARECE TOLICE AOS IMBECIS

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BELLOC: IGREJA CATÓLICA, EXPOENTE DA REALIDADE

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"outro amigo católico que lhe falou com uma franqueza inusual depois da conversão foi Hilaire Belloc. Escreveu-lhe apenas dois dias depois do batismo, em 1 de agosto, tratando dos aspectos mais pessoais da fé com muito menos reserva do que costumava: 'O que tenho que dizer-te (não te podia dizer antes de que desse o passo, por isso, te digo agora; antes havia sido como uma súplica escolhida) é que a Igreja Católia é o expoente da Realidade. É certo. Sua doutrina acerca dos assuntos importantes ou das questões triviais é uma declaração do que é a Igreja. É o que o máximo ato de inteligência pode admitir, o que a vontade pode ratificar deliberadamente. E é assim,que a Fé se converte em moral mediante um ato de vontade.' " (HILAIRE BELLOC apud PEARCE, Joseph. G.K. Chesterton, Encuentro, 2009, p. 341-342)

POETA PIETER VAN DER MEER: FORA DA IGREJA, OS HOMENS COLIDEM ENTRE SI COMO OS LOUCOS

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PIETER VAN DER MEER DE WALCHEREN (1880–1970),
poeta holandês, convertido do ateísmo ao Catolicismo

"Fora da única orientação para a verdade, fora da única verdadeira relação do homem com Deus, não haverá nada mais que um breve vadiar no deserto ou na selva. E os homens colidem entre si e fazem piruetas como loucos num manicômio." (VAN DER MEER,Pieter. Uomini e Dio., Paoline, 1975, p.203 apud FAZIO, Mariano. Cristianos en la encrucijada, Ediciones Rialp, 2008, p. 37)