PADRE FÁBIO DE MELO DIZ UM MONTE DE BESTEIRAS E AINDA AFIRMA QUE A PROPOSTA DE JESUS É SOCIALISTA

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Refletir é preciso, orar não é preciso
Data 16/01/10 às 12:16 h Autor Editoria Vezes 77

http://www.novoeste.com/news_Refletir+%E9+preciso,+orar+n%E3o+%E9+preciso.html

Fábio José de Melo Silva nasceu ao som de "Jesus Cristo" de Roberto Carlos, cantado pelo médico que fez o parto. Isso foi o que lhe disseram na infância, e o garoto gostou da lenda, do som e da oração. Aos 38 anos, padre Fábio de Melo canta e persegue o sucesso, como o rei da música romântica brasileira; e, celibatário, dedica-se a salvar almas, como o Nazareno.

A reportagem é de Paulo Totti e publicada pelo jornal Valor, 16-01-2010.

O público não o decepciona. Seus discos foram campeões de vendas em 2008 e vice em 2009. Depois de 50 semanas na lista da revista "Veja" - capítulo da autoajuda e do esoterismo! -, dois de seus livros chegaram em segundo e quinto lugares entre os mais vendidos no ano passado. Bate recordes a audiência de seu programa das quintas-feiras na rede de TV Canção Nova, "o maior veículo de comunicação católica do mundo (127 operadoras de TV a cabo, 396 retransmissoras)". Fãs/fiéis lotam estádios e até quadras de escolas de samba onde se apresenta. E é uma multidão a fila para receber a eucaristia nas missas que celebra.

Na companhia do padre Fábio, este "À Mesa com o Valor" é sóbrio e frugal, apesar de bem cozidos e delicados os peixes, densos e enxutos os risotos do restaurante Toscana, no centro de Taubaté. Abstêmio desde sempre - "problemas de alcoolismo em família" -, padre Fábio nem sequer pede água no almoço, o que faz que seus convivas, a assessora de imprensa da Som Livre, a fotógrafa e o repórter, se limitem à água mineral ou ao guaraná diet com gelo e laranja.

Um metro e 70, olhos castanhos, camisa esporte azul com finas listras brancas e uma grande bolsa/pasta a tiracolo (na bolsa, celular, bloco de anotação, caneta... "E a 'Bíblia'?" "Não, a 'Bíblia', não"). Padre Fábio esperava a equipe às 11h30 e antecipa desculpas pelo pouco tempo disponível. "Tenho um compromisso às 13 horas." No restaurante todos o conhecem e o tratam com reverência - aparentemente é o que acontece em toda a cidade. Graças ao padre, essa cidade industrial (Volkswagen, Ford, Alstom), com 270 mil habitantes, à margem da Via Dutra e a 130 quilômetros de São Paulo, Taubaté ficou mais conhecida dos brasileiros. Até então a famosa da cidade era a idosa senhora que, segundo Luis Fernando Verissimo, acreditava "até nos ministros da área econômica" de governos recentes.

Ar jovial, é difícil chamar padre Fábio de senhor. Seu sorriso é um pouco tímido e discreto, maneira bem-educada de mostrar cordialidade. Rir mesmo, às gargalhadas, só o fez uma vez durante o almoço. Foi quando disse que a Paulinas, editora dos seus primeiros livros, lhe pagava 6% do preço de capa (a Ediouro paga 12% agora) e o repórter acrescentou: "Isso porque a Paulinas é sua companheira de Igreja..."

"Como decidiu usar a música em seu trabalho de evangelização? Foi reação à penetração pentecostal?"

"Não penso meu ministério como uma forma de competição. Acho isso muito mesquinho, sabe? Não falo só para católicos, mas para o ser humano. Minha missão é pregar o Evangelho e é aí que entra o meu trabalho: desdobro o Evangelho em outras formas de comunicação. A arte sempre fez parte da minha vida. Sou caçula de oito irmãos, com ascendência familiar de muita sensibilidade artística. Meu pai era pedreiro e violeiro. Tocava moda de viola. A família também era muito religiosa. Arte e religiosidade estiveram sempre de mãos dadas."

"Sua música é religiosa, mas não é para cantar durante a missa..."

"Religioso para mim é tudo o que está tocado pela beleza, pela linguagem simbólica. Muitos compositores fizeram isso sem saber que estavam fazendo, ou até mesmo conscientes disso, não sei. É injusto classificar música profana e música sacra. A única diferença é em relação à música litúrgica, da liturgia dos ritos religiosos. A outra música sempre vai ter a possibilidade de ser religiosa, pelo próprio conceito de religião: estar religado a um valor superior."

Padre Fábio é isso. Há pouca diferença entre púlpito e mesa de restaurante. Quando fala, é sempre um pregador, propagador e até propagandista de certezas religiosas.

"Acredito na perspectiva aristotélica de que o bem e a beleza são traços de uma mesma verdade. Onde há beleza há bondade."

"E o que reservar à feiura e a maldade?"

"Feiura e maldade são a negação do sagrado. A arte, esse atributo humano, é uma forma de resgatar a beleza original. Deus potencializa o mundo com tudo o que é bom. Gosto do mito do paraíso perdido, a história de que, por meio de um erro, fomos privados de um valor maior. Existe o livre-arbítrio e você se aproxima de Deus quando tem a possibilidade de escolher e decide pelo bem. É o verdadeiro retorno ao paraíso. Como líder religioso, tenho a responsabilidade de também fazer refletir. Tenho muito medo da religião que só faz rezar."

Fábio nasceu em Formiga, Minas, 195 quilômetros a oeste de Belo Horizonte, e é tido como um intelectual por seus colegas da Igreja. Escreveu sete livros - destaque para os best-sellers "Quem me Roubou de Mim" (editora Canção Nova) e "Cartas Entre Amigos" (Ediouro), este em parceria com o vereador paulistano Gabriel Chalita (PSB). É mestre em antropologia e teologia laureado nas faculdades católicas que frequentou: Lavras (MG), Brusque (SC) e Taubaté (SP). Nesta última, em 2001, ordenou-se padre da Congregação do Sagrado Coração de Jesus (SCJ) na Faculdade Dehoniana (a congregação foi fundada pelo padre francês Leon Dehon, 1814-1882).

No seminário, começou a cantar e a compor. O primeiro disco, "De Deus um Cantador", pela Paulinas-Comep, foi lançado em 1997. Em novembro de 2009, apareceu seu 15º CD, "Iluminar" (Som Livre), com convidados especiais como Zezé di Camargo e Luciano, Elba Ramalho, André Leonno e a banda Roupa Nova. Com "Mulheres Cheias de Graça" (Ediouro), o sétimo livro, seu total de unidades vendidas, discos e livros, está próxima dos 2 milhões.

Melodias e arranjos de seus discos lembram Roberto Carlos e as letras, a poesia de J.G. de Araújo Jorge - "pelo estilo popular, comercial até" -, mas se diz admirador de Chico, Caetano, Paulo César Pinheiro, Fernando Brant, Milton, Roberto Guedes. Prosadores e poetas preferidos são Guimarães Rosa, Autran Dourado, Drummond de Andrade e "minha paixão", Adélia Prado.

Muito bonita a frase sobre "medo da igreja que só faz rezar". Mas o que significa?


"É necessário refletir sobre as questões humanas. Como padre, tenho todos os calvários da humanidade diante de mim. Por mais que se tenha passado por um processo de descrédito, muita gente ainda confia na autoridade do padre, do pastor. É quando posso motivar o ser humano à reflexão. Isso também é uma forma de oração. Religião é um processo de melhoria do ser".

"Você falou em mito do paraíso perdido. Por que mito?"

"A linguagem do 'Gênesis' é simbólica. A verdade está no que ela sugere. A metáfora da expulsão do paraíso e a história de Adão e Eva são tentativas de expor com muita sabedoria a fragilidade humana. Deus estabelece o paraíso, o lugar onde o homem será encontrado por Ele. De repente Adão e Eva, por decisão própria, saem daquele território e se perdem. Não é que Deus não quer encontrá-los, o homem é que não estava no lugar certo na hora do encontro marcado. Precisa crer em Deus para acreditar nisso. Metáfora lindíssima!"

"Como o senhor ajuda a mudar a sociedade ou isso não faz parte da religião?"

"Faz parte. Não proponho uma religião que faça esquecer a vida."

São 12h05 e o maître vem tirar os pedidos. Padre Fábio: "Gosto dos peixes daqui. Os risotos também são bons". Maître: "O salmão fica bem com risoto de manga". Repórter: "Para mim, tudo bem". Fábio (ao maître): "Meu amigo, tem como fazer esse abadejo com um molho que não seja gorgonzola?" "Alcaparra?" "Não tem molho de limão? Uma coisa simples? Não?... Então sem molho, só o abadejo, grelhado. E risoto de manga também".

Como todo sacerdote do Sagrado Coração de Jesus, padre Fábio fez, ao ordenar-se, votos de obediência, castidade e pobreza.

"Você mantém o voto de pobreza?"

"Eu me desliguei da congregação há dois anos. E entrei na diocese. Antes tinha voto de pobreza. É o que chamamos de secularização. Para o desligamento, preciso de bispo que me acolha e diocese que me queira. Dom Carmo, bispo de Taubaté, me acolheu; a diocese de Taubaté me quis, e sou liberado para fazer esse trabalho de comunicação. Não sou melhor do que nenhum padre, meu trabalho é que é diferente. Há muito tempo um livro escrito por um padre não está na lista dos mais vendidos; a Igreja precisa ocupar esse espaço."

"O que você ganha com suas obras agora é seu?"

"Justamente. Administro agora os recursos que me sobram."

"E quanto do que sobra você devolve à comunidade?"

"Ajudo a Canção Nova e entidades beneficentes do país todo. Em vez de criar uma instituição nossa, ajudamos as que já existem. Quando um evento é totalmente beneficente, o organizador só paga os custos. Aí não tem cachê meu. Já deixamos, limpo, para uma instituição social, R$ 200 mil num único evento. Sempre ajudamos uma obra social local. Entre construir a torre da igreja e a creche local, a gente vai ajudar a creche. Já tem muita parede erguida."

"Você fiscaliza o uso do dinheiro? Pode aparecer um picareta..."

"... Já apareceram muitos. Mas minha equipe fiscaliza."

"O voto de obediência você mantém. E o da castidade? O que acha do celibato?"

"Sou a favor do celibato."

A resposta é rápida.

"Não tenho problema com o celibato, para mim foi uma escolha. Ninguém disse que seria diferente. Ninguém me enganou. Quando fiquei padre, sabia que seria assim. A castidade é minha escolha. Seria péssimo pai, péssimo marido, se tivesse que fazer tudo o que faço e ainda cuidar da família."

"Escreve livros, canta, há moças que o acham bonito. Como é o assédio?"

Padre Fábio está corado. "É mais virtual do que real. (Pausa)... As pessoas vão me tratar do jeito que eu autorizar. Se alguém quer me banalizar e eu aceito, ela vai banalizar até o fim do evento e vai contaminar outras pessoas. Se corto o mal pela raiz, meu amigo, vou ser respeitado."

"Por falar nisso, você tem pecado? Não sou seu confessor, mas..."

"Meu maior pecado é a incapacidade de lidar com o tempo. Quando você não compreende o tempo, acaba sendo injusto com as pessoas, quer que deem resultado antes da hora, exige o que não tem direito de exigir."

"Você cobra demais dos fiéis, como um Deus inclemente?

"Não. O pecado diz respeito às pessoas que trabalham comigo. O primeiro grupo a ser evangelizado é a minha equipe. Temos que praticar o cristianismo entre nós. Às vezes exagero na cobrança..."

Padre Fábio é também obediente ao que prescreve a Igreja em outras questões modernas, como o aborto: "Sou contra o aborto, em qualquer ocasião e qualquer situação. Acredito no absoluto valor da vida."

Homossexuais?

"Se não tenho como mudar a maneira como a Igreja interpreta os homossexuais, posso mudar a maneira como os trato."

"E como os trata?"

"Com muito respeito, não se pode esquecer que Jesus Cristo foi misericordioso o tempo todo." Células-tronco? "O debate é recente demais, não sou estudioso do tema. Mas a grande questão é onde começa a vida."

Padre Fábio diz que quando a ciência comprova que a Igreja está errada, esta "até pede perdão", como aconteceu com a condenação de Galileu. A Igreja fará isso, segundo ele, se a sua posição sobre células-tronco for contestada cientificamente. "Já imaginou se estivéssemos fechados às descobertas da psiquiatria? Fenômenos psíquicos, e até parapsicológicos, são verdades humanas, não têm nada de demoníacos."

"Como é a sua rotina?"

"Rapaz, eu me desdobro no ofício de cantar, de compor, de escrever, de ser filho da dona Ana, minha mãe, viúva, que vive comigo em Taubaté, tem 72 anos."

O padre tem um programa semanal na rede de TV Canção Nova, de Cachoeira Paulista, e faz de 15 a 20 "eventos" por mês - nunca é show ou apresentação, é sempre evento.

"Estudou música, canto, composição?"

"Não. É intuição mesmo."

"Mas violão você toca?"

"Muito mal, mas toco. Piano também arrisco. Mas componho sem instrumento. Vou fazendo serviço e depois busco as harmonias. Quando não tenho informação suficiente para a harmonia, peço ajuda."

"Compõe primeiro a letra?"

"Não, primeiro a melodia."

"Cantarola?"

"Justamente. Daí eu faço letra para aquele verso e vou buscando acordes, harmonias."

O cantor e compositor Fábio de Melo tem antecessores na Igreja, padres cantores que lhe servem de inspiração. Um deles é o paulista e salesiano Jonas Abib, fundador da Canção Nova. Na Bahia, o jesuíta paraguaio Casimiro Irala fundou o movimento Oração Pela Arte (OPA), que, aliás, revelou Daniela Mercury. E José Fernandes de Oliveira, o Padre Zezinho (SCJ), também mineiro e também radicado em Taubaté, a quem Fábio considera "um expoente da música popular cristã do Brasil".

"E o padre Marcelo Rossi?"

"Tem muita coragem, seu trabalho de comunicação marca a história da Igreja Católica no Brasil. É recordista de vendas, reúne quase 20 mil pessoas todas as quintas-feiras em seu 'santuário' de São Paulo. Pode não comunicar a você, a mim, mas ao povo que está ali."

Torcedor do Cruzeiro, Fábio só tem tempo de acompanhar futebol pela TV.

"No seminário em que posição você jogava?"

"Na que podia. Era muito ruim, jogava na posição que sobrava. No seminário prevalece uma regra socialista: todo mundo tem o direito de participar."

"A propósito, seu parceiro, o católico Gabriel Chalita, vereador em São Paulo, trocou o PSDB pelo PSB, virou socialista. O que você acha do socialismo?"

"A proposta de Jesus é socialista, né? O socialismo tem sido mal interpretado. Bem aplicada, sem os exageros da antiga União Soviética, a proposta socialista só edifica."

Não se espere de padre Fábio radicais manifestações. Ele não veio ao mundo para dividir. Sobre a Renovação Carismática, por exemplo:

"Tive contatos com a Renovação e hoje não tenho mais. Mas acho o movimento importante, promoveu maior participação do leigo dentro da Igreja. Saí porque acho perigoso a gente se classificar 'sou padre carismático' ou 'sou padre da Teologia da Libertação'. Isso empobrece o sacerdócio. Sou padre da Igreja, preciso atender todo o povo".

Teologia da Libertação?

"Também foi importante. Admiro seu fundador, o peruano e dominicano Gustavo Gutiérrez-Merino. No Brasil, Leonardo Boff teve importância na espiritualidade desses tempos. Foi coerente ao abandonar a Igreja e concluir que estava no lugar errado. Exerceu um direito."

E os evangélicos?

"Tenho respeito por todos os que pregam amor a Deus e ao ser humano. É preciso acordar o povo para viver melhor. Admiro Alejandro Bullón, peruano, da Igreja Adventista, que pensa dessa forma...

(olha o relógio) "Uma hora, gente!"

"A última: Dilma, Serra, Ciro ou Marina?"

"Ainda não tenho nome. Acho que gosto de todos."

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/

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26 comentários

Mais uma vez está provado: sincrético, titubeante, incerto e romântico. Para alimentar a multidão de cristãos "caóticos" do país... rezemos pela Igreja.

26 de janeiro de 2010 12:07

Este senhor Fábio de Mello não é mais Padre, e muito menos católico.Ele apenas permanece vinculado a Igreja como Sacerdote porque o nome da Igreja tem força. E muita força! Fica claro, nessa entrevista, que ele não quer mais ser Padre. Isso justificaria suas declarações heréticas. Porém,ele não toma a iniciativa de pedir desligamento da Igreja esperando que a Igreja o faça. Assim, ele sairia como vítima. Até iso a Igreja precisa suportar. como disse o Gregfory, acima, rezemos pela Igreja.

In corde Iesu semper,
Guardião.

26 de janeiro de 2010 13:21

percebo o que ele quer dizer ao afirmar que Cristo era Socialista, mas é bom que este Padre explique esse Socialismo de que ele fala...

Abraço em Cristo,

Olga :-)

26 de janeiro de 2010 17:31

o Padre fabiano sabe pouco sobre a história de Galileu...

O Papa da época de Galieu aprovou as suas ideias mas não queria que ele publica-se por uma questão de prudencia...
é bom estudar e pensar antes de falar...
Galieu, em algumas partes, abusou com a confiança que alguns depositavam e foi longe de mais para uma época que cainhava de vagar...

Creio que o Padre Fabiano diz bem mas explica mal sobre a homossexualidade.
É claro que a Congregação para a Doutrina da Fé afirma que devemos dar todo o amor e carinho aos Homessexuais mas também devemos ajudar de forma a ultrapasar a questão em causa.
A Homossexualidade não se cura atravez dos médico mas, sim, de pesicologos.
Ser Homossexual não é "chocante".
"chocante" é aceitar a homosssexualidade e tornar legal, no que se refere ao casamento.

abraço em cristo,
olga :-)

26 de janeiro de 2010 17:55

Faço coro aos dois prieiros comentários, do Gregory e do Guardião. Não dá pra suportar esse cara na Igreja mais, já está sendo ridículo. O problema é que o episcopado brasileiro é tão sem vergonha que não faz nada, grande parte dos bispos do Brasil - pra não dizer 99,9% - são todos servos de satanás (por ação efetiva ou por omissão), querem acabar com a Igreja e por isso, promovem e permitem esses tipos de pessoas como o Fábio de Melo.
É duro, é duro!

Augusto!

26 de janeiro de 2010 18:11

Misericórdia!Qtas asneiras foram ditas em nome de uma religião vista por vcs.Na verdade me recordam o sepulcro caiado que Cristo se referiu.A ótica de vcs é radical e nem um pouco cristã,porque atacar o padre de maneira tosca,os bispos,não é certo e mto menos misericordioso.Eles não precisam de defesa.Pe Fábio é um ungido Filho do Céu que com suas palestras,canções,livros tem conseguido tocar o coração de milhares e milhares de pessoas, que procuram mudar e querem ser Jesus na vida das pessoas.O que não acontece com vcs,pregam um radicalismo que ninguém merece e olhe o pior fanático é o fanático radical cristão,pois em nome de Deus falam e fazem coisas absurdas.Que Deus tenha misericórdia de vcs.....

26 de janeiro de 2010 21:16

O Pe. Fábio está especializando-se em relativismo.

Pior que isso, ensina relativismo

a seus ouvintes.

Ignora que a Igreja tem uma doutrina e um Magistério que tem
um posição sobre diversos assuntos
mencionados.

E agora flerta com o Comunismo ??

Depois disso virá o que ??

26 de janeiro de 2010 22:30

Vale lembrar que a entrevista foi num restaurante, o que significa que ele fala o que vier à mente; não é como uma entrevista escrita, que dá maior liberdade para organizar o pensamento.
Segue meus comentários.

Apesar de muitos erros ditos, tentei dar um crédito a ele.

O padre foi mal em:
- É injusto classificar música profana e música sacra.

- maneira como a Igreja interpreta os homossexuais (um absurdo, de fato)

-"A proposta de Jesus é socialista, né? O socialismo tem sido mal interpretado. Bem aplicada, sem os exageros da antiga União Soviética, a proposta socialista só edifica." (péssima esta; vai deixar brecha para alguns sem-vergonhas se aproveitarem dessa declaração)


E foi bem em (alguns exageros por parte do blog):
- Gosto do mito do paraíso perdido

- tenho a responsabilidade de também fazer refletir.

- Tenho muito medo da religião que só faz rezar (em seguida, ele explica: É quando posso motivar o ser humano à reflexão. Isso também é uma forma de oração.)

- Células-tronco? "O debate é recente demais, não sou estudioso do tema (ele não conhece; não quis opinar, embora pudesse comentar e defender a posição da Igreja)

- ciência comprova que a Igreja está errada, esta "até pede perdão" (de fato, houve o "pedido"; contudo, sabemos que esse pedido nem deveria ter sido feito; aqui, o padre não deve conhecer o caso Galileu e apenas falou o que leu nos jornais)

- A Igreja fará isso, segundo ele, se a sua posição sobre células-tronco for contestada cientificamente (esta declaração mostra que ele não conhece nada de células-tronco; quem conhece sabe que a Igreja jamais abrirá portas para isso)

- "Tenho respeito por todos os que pregam amor a Deus e ao ser humano (está certíssimo; não é necessário concordar com os protestantes, mas é necessário amá-los)

- "Ainda não tenho nome. Acho que gosto de todos." (Apenas não quis opiniar para não começar a falar de política)

27 de janeiro de 2010 11:34

Ao OSjunior. O fato de a entrevista ter sido num restaurante não muda muita coisa alguma.

- "Gosto do mito do paraíso perdido"... Não se trata de mito algum.

- Não há vida ativa sem vida interior. Não há verdadeira oração sem ação, ao menos em desejo.

- Sobre as células-tronco, a posição da Igreja é clara. Não precisa ser nenhum especialista para falar a respeito.

- Sobre a Igreja pedir perdão. A Igreja não tem porque pedir perdão a ninguém. Ademais, é idéia condenada que a Igreja possa ser julgada pela ciência.

- " "Tenho respeito por todos os que pregam amor a Deus e ao ser humano (está certíssimo; não é necessário concordar com os protestantes, mas é necessário amá-los)". Errado. O verdadeiro amor a Deus só a Igreja prega, assim como o legítimo amor ao ser humano. Os protestantes, amamos não pelo que fazem, mas por causa do mandamento "amar ao próximo como a si mesmo", pois está escrito: sem a verdadeira fé é impossível agradar a Deus. Amamo-los, porque Cristo derramou Seu sangue para salvá-los. E se Cristo os amou, dando-lhes a possibilidade de se salvarem pela Igreja, devemos imitá-Lo. Nosso amor pelos hereges e infiéis nasce de nosso amor a Deus, que nos impele a buscar o bem do próximo.

- Sobre a política. Católicos não têm de opinar nesta questão. A Igreja é claramente contrária ao socialismo e ao comunismo, a ponto de haver excomungado aqueles que aderissem a partidos deste tipo. Torna-se ainda mais grave, pois pelo menos alguns dos candidatos mencionados são favoráveis ao aborto.

27 de janeiro de 2010 12:45

Meus caros, salve!

Não estou tirando razão de vocês em criticar certas coisas feitas pelos padres de hoje em dia. Contudo, vocês estão levando para o lado pessoal. Nota-se isto.

"Sobre as células-tronco, a posição da Igreja é clara. Não precisa ser nenhum especialista para falar a respeito."
Ele nem comentou nada sobre isso, oras!


Sobre a Igreja pedir perdão. A Igreja não tem porque pedir perdão a ninguém. Ademais, é idéia condenada que a Igreja possa ser julgada pela ciência.
Mas pediu. O Papa já pediu diversas vezes pelos "erros da Igreja" (embora eu também não reconheça tais erros). Devemos lembrar que a Igreja não é só santa, mas também pecadora, e portanto deve pedir perdão quando erra.

Quanto aos protestantes: nunca disse que amo um protestante porque ele prega o amor verdadeiro, mas o respeito.

Sobre a política. Católicos não têm de opinar nesta questão. E ele não opinou. Você queria que ele dissesse o quê? "Ah! São todos uns bostas... quero mais que lavem minhas bolas."? Se ele escolhe um, pega mal. Seria pior, porque o mundo acharia que a opinião da Igreja é essa sobre tal candidato.

28 de janeiro de 2010 09:49

Salve Maria!!
Temos observado que o padrão galã de padres moderninhos absolutamente não segue o padrão tradicional da Santa Igreja Católica. Não bastasse isso Pe. Fábio de Melo que deveria ensinar a fé católica na sagrada Eucaristia ensina heresias. Sobre a Eucaristia para Pe. Fábio de Melo, a Eucaristia seria: "um acontecimento ritual, que nós católicos chamamos de presença real de Cristo, onde juntamente com as duas substâncias está o bonito e sugestivo significado da ausência."
Portanto, podemos concluir que para o Pe. Fábio de Melo:
1. Na Eucaristia há duas substâncias: a do pão e a do vinho.
2. Ou, forçando o sentido para ser mais benévolo, na Eucaristia haveria duas substâncias: a da matéria necessária para o Sacramento (pão e vinho) e a substância de Cristo.
No primeiro caso ele seria condenado pelo Concílio de Trento (ses. XIII, c.I):
“Se alguém negar que o Santíssimo Sacramento da Eucaristia contém verdadeira, real e substancialmente o corpo e o sangue, juntamente com a alma e divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, e, portanto, Cristo inteiro; mas disser que somente está em sinal, figura ou virtude: Seja Anátema.”
E no segundo caso?
Também não escaparia:
“Seja anátema quem disser que no sacrossanto Sacramento da Eucaristia remanesce a substância do pão e do vinho, juntamente com o Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo” Que tristeza!!!
“Compreende bem, ó padre: Deus, elevando-te ao sacerdócio, ergue-te até o Céu, e fez de ti, não mais um homem da terra, mas um homem celeste, pensa pois quanto te será funesta uma queda, segundo o aviso de S. Pedro Crisólogo. A tua queda, diz S. Bernardo, será semelhante à do raio que se precipita com impetuosidade. Quer dizer que a tua perda será irreparável. Assim, ó desgraçado, cairá sobre ti a ameaça que o Senhor lançou sobre Cafarnaum: E tu, ó Cafarnaum, erguida até o Céu, serás abatida até o inferno. (Luc. X, 15)
Santo Cura d´Ars, rogai por nós.

28 de janeiro de 2010 14:07

Meus caros, salve!

Não estou tirando razão de vocês em criticar certas coisas feitas pelos padres de hoje em dia. Contudo, vocês estão levando para o lado pessoal. Nota-se isto.


Estou sendo bastante objetivo. Vou dividir minha resposta em tópicos.

I. Sobre as células-tronco

É mentira que ele não tenha comentado sobre este tema. Diz o padre: "Células-tronco? "O debate é recente demais, não sou estudioso do tema. Mas a grande questão é onde começa a vida.", o que contrasta com a posição católica, que é bastante clara. A vida deve ser protegida desde o primeiro instante, desde a concepção. Daí o juízo inequívoco acerca das células-tronco embrionárias, cuja manipulação é condenada pela Igreja.

II. Sobre a Igreja pedir perdão

Se a Igreja não tem porque pedir perdão, então defendê-la quando o tenha feito é absurdo. A tese segundo a qual a Igreja é "santa e pecadora" é falsa. A Igreja é santa e santificadora cf. professamos no Credo: "Et in Unam, Sanctam, Catholicam et Apostolicam Ecclesiam...". Os membros da Igreja pecam, não a Igreja, que é plenamente santa, o Corpo Místico de Cristo. Este é o ensinamento tradicional. Você se contradiz, primeiro dizendo "embora eu também não reconheça tais erros", mas logo depois "deve pedir perdão quando erra".

III. Sobre os protestantes

O padre afirma: "Tenho respeito por todos os que pregam amor a Deus e ao ser humano". Você afirma que isto "está certíssimo". Mas logo depois afirma que não ama os protestante por causa disso, contradizendo o Pe. Fábio. Ora, como então ele está certíssimo?

IV. Sobre política.

Ele não deve escolher, deve expor a doutrina acerca da política. E quando se trata de evitar males tão graves quanto aborto e comunismo, é dever moral falar. Não é "opinar". Opinião não vale nada. Opinião cada um tem a sua. Nestas matérias ninguém pode opinar. Não há como escolher um mal candidato. Moralmente, não é possível.

28 de janeiro de 2010 20:50

Quem começa a achar contradição em tudo é radicalista. Você leva tudo o que os outros DIZEM ao pé da letra. É necessário compreender e não apenas interpretar segundo você quer.

Pelo visto é pessoal sim.

Esse radicalismo não é bom. Não tem debate de idéias. Desta "troca de tópicos" eu me retiro. Se quiser dizer que ganhou o debate, que eu fugi, blá-blá-blá pode falar. Se quiser discutir de verdade, entre em contanto.

A paz, irmãos!

29 de janeiro de 2010 00:14

Caro OSJunior,

Você confunde rigor com radicalismo. Exigir clareza e ausência de ambiguidades é o mínimo numa discussão que se preze.

Ora, como queria que eu interpretasse o que é dito? O que está dito, está dito. É questão de honestidade intelectual dizer exatamente o que se quer que o outro compreenda. E mesmo que se recorresse ao contexto, ele não resolve as contradições enumeradas.

Mais uma vez, repito que não se trata de radicalismo, mas de rigor. Eu destaquei na sua mensagem algumas incoerências. Este era um método usado pelos escolásticos para estudar textos. Diante de ambiguidades, de dúvidas, qual caminho seguir? Se há ambiguidades, qual sentido é o correto? Como ali se tratava de sua opinião, o único que poderia sanar minhas dúvidas era você. Das incoerências levantam-se questões... quais as respostas? O que pensa o colega?

Não há nada de pessoal aqui. Você não me conhece, eu não o conheço. Nem se eu quisesse poderia usar argumento "ad hominem". Tampouco você. Estamos discutindo ideias e, na discussão, espera-se que cada um esclareça o que pensa. Esclarecer é justamente lançar luz sobre o que está obscurecido pela ambiguidade! Só assim poderemos fazer aparecer a verdade em toda sua plenitude. É um processo de "lapidação intelectual", não de ataque pessoal, como erroneamente entendeu o colega.

Mais uma vez, é falso o que você afirma. O debate está aberto. Em momento algum demonstrei o contrário. Mas, como diz o ditado, quem está na chuva, é para se molhar. E desde que honestamente, defenderei as minhas ideias até ser convencido de que há outras melhores.

Ganhar o debate? Quem quer ganhar debate em comentário de blogue? Que coisa mais mesquinha! A verdade que importa!

29 de janeiro de 2010 12:04

Prezados, Salve Maria!

Hoje, estava sossegadamente conferindo livros velhos num sebo do Rio (Aliás, um de meus passatempos preferidos), quando para minha surpresa, me deparo com um homem gritando imprecações contra a religião e a favor de Darwin.

Disse a ele: "Pois é, meu caro, as teorias de Darwin foram baseadas em escritos econômicos, e não possuem nenhuma veracidade científica". Ao que ele me respondeu (Na verdade, gritou): "Você não sabe nada! Sou ateu com muito orgulho!" Ao que eu respondi, firmemente: "O ateísmo é uma irracionalidade maior ainda!". E ele foi embora, aturdido, como se estivesse bêbado.

É fácil perceber que o evolucionismo é uma ideologia, para aquele homem e tantos outros. Se ele admitir que não viemos do macaco, terá que admitir a possibilidade do Ser Necessário. Então, a sua certeza sobre o ateísmo irá por água abaixo.

E não acontece o mesmo com os defensores do padre Fábio? A experiência que tenho tido é que as pessoas não aceitam discutir ou admitir que o padre fala coisas contra a Fé. Preferem aderir a ele como a uma ideologia, tão esdrúxula como dizer que comer Big Mac todos os dias faz bem à saúde (Só para continuar comendo o dito sanduíche).

O que será que está em jogo para vocês na defesa do padre Fábio? O que vale a condenação do comunismo por três papas (Realizada antes, durante e depois da experiência soviética - João XXIII, Pio XII e Leão XIII)? O que vale a condenação da TL e de Leonardo Boff pelo Cardeal Ratzinger? O que vale o catecismo da Igreja que considera a sodomia como pecado que brada os Céus (E que clama a vingança de Deus)?

Ao apresentar as minhas restrições sobre o padre, fui acusado de não gostar dele porque sou homem e "ele é bonito". Entendem a que nível chegamos?

Será que vocês vão jogar toda a Tradição, as Sagradas Escrituras e o Magistério fora para defender um padre que nem é parente de vocês (Pois, quando se trata de um parente, a gente entende, apesar de não concordar)? Me desculpem a ousadia de um grande miserável que vos fala, mas isso não é honesto.

E por favor, não digam que estou julgando, que estou excomungado e que tenho que "viver o amor". Estou sendo objetivo e honesto. Espero o mesmo de vocês.

Atc,
André

Em tempo: O livro do Gênesis não é mitológico, assim como nenhum outro livro das Escrituras. Palavra do Magistério, palavra sem erros de São Tomás, Doutor da Igreja.

29 de janeiro de 2010 16:52

Como meu post aqui ficaria muito longo, postei aqui:

http://sucessaoaapostolica.blogspot.com/2010/01/plena-comunhao-da-desobedi.html

29 de janeiro de 2010 20:50

Concordo plenamente com voce André Damasceno. O nível intelectual das pessoas que defendem Pe. Fábio de Melo realmente só pode ser muito baixo. Esse Padre ensina heresias contra a Ressurreição de Jesus.. Esse Padre ensina heresias contra o Santíssimo Sacramento.. Esse Padre é contra a Imutabilidade dos Dogmas da Igreja. Disse o Herege Pe. Fábio de Melo numa entrevista:
“Eu, no tempo que dei aula, eu sempre disse para os alunos que a primeira coisa que nós precisamos nos despir é dessa arrogância de que nós somos proprietários da verdade suprema. E que a teologia é sempre uma palavra sobre Deus. Nunca a palavra definitiva, e por isso que nós vivemos esse processo de evolução das idéias também dentro da teologia. O dogma, nós dizemos que é uma verdade que já está estabelecida. Mas o que nós podemos saber sobre esse dogma ainda está em processo de vir-a-ser.
Com um linguajar tipicamente relativista, Pe. Fábio de Melo declara:
1. Não há palavra definitiva em teologia.
2. O que nós podemos saber dos dogmas está em processo de vir-a-ser, isto é, de mudança.
Ora, se não há palavra definitiva não há verdade imutável (um dogma, por exemplo). Logo, os dogmas evoluem. Do mesmo modo, se aquilo que podemos saber sobre os dogmas está em processo de vir-a-ser, está mudando. Portanto, para nós os dogmas mudam. Conseqüentemente, Pe. Fábio de Melo defende a evolução do dogma.
Contra esse ensinamento herético do Pe. Fábio de Melo proscreve o Santo Concílio Vaticano I por estas palavras: A doutrina da fé por Deus revelada, não é proposta à inteligência humana para ser aperfeiçoada, como uma doutrina filosófica, mas é um depósito confiado à esposa de Cristo, para ser guardado com fidelidade e declarado com infalibilidade. Segue-se, pois, que também se deve conservar sempre aquele mesmo sentido dos sagrados dogmas, já uma vez declarado pela Santa Mãe Igreja, nem se deve jamais afastar daquele sentido sob pretexto e em nome de mais elevada compreensão (Const. "Dei Fillius", cap. IV)

29 de janeiro de 2010 22:59

É por essas estranhas defesas dos Fábios de Melo e dos Joãozinhos que eu começo a desconfiar que esses defesores são todos pau-mandados!

Para mim a Canção Nova esta mandando os seguidores cegos desses movimentos modernistas carismáticos invadirem sites católicos tradicionais, porque estão perdendo seguidores, então para não ficarem no vermelho tem que começar a defender as loucuras de Joãozinhos e Fábinhos.

Para mim esses defensores são mandados pelo líderes da Canção Nova pra defenderem os artistas carismáticos.

30 de janeiro de 2010 03:22

Já pensei nisso que o Renato falou, mas acho que n, essa gente é idiota mesmo!

30 de janeiro de 2010 13:50

Ana, é por isso mesmo!

Por serem idiotas uteis, é que os líderes carismáticos aproveitam para incentivar os leigos carismáticos para entrarem em sites e blogs de católicos tradicionais e defenderem os Fabinhos e Joãozinhos!

Estratégia muito conhecida entre os idiotas uteis socialistas. E a cada dia que passa a Canção Nova demonstra ser mais um movimento a ter simpatia pela teologia da libertação, não me admiro que os seus líderes estão usando a tática de Antonio Gramsci.

Renato Lima

30 de janeiro de 2010 14:54

O que o Renato escreveu sobre a Renovação Carismática "católica" tem fundamento. Apesar da absoluta incompatibilidade de suas propostas políticas(anti-católicas), a candidata do Lula tem exercido nas concentrações carismáticas o ministério de leitora nas missas, em franca campanha política. E vale lembrar que há um decreto do Santo Ofício, ainda em vigor, que excomunga quem coopera de qualquer modo com um partido comunista ou marxista. Ora, esse decreto do Santo Ofício fere de cheio a Renovação Carismática por apoiar uma candidata que pertence a um partido que defende o aborto.. que defende o casamento entre gays.. enfim defende o 3º Programa Nacional dos Direitos Humanos do Governo Federal que qer proibir até a ostentação de símbolos religiosos em ambientes públicos. Na verdade querem nos impor guela abaixo o ateísmo para dessa forma enfraquecendo a Igreja no Brasil possa implantar o Socialismo. Vivemos sob um governo socialista só não vê quem não quer.

30 de janeiro de 2010 17:19

Bem, o que parece é que o Pe Fabio está usando a "batina" para promover seus "trabalhos" artísticos.

pouco se importa com a Igreja e com o catolicismo...

O importante é vender, seu CD Vida não tem uma única música dedicada a Virgem Santa, por que será? Ficou mais simpático aos protestantes?

1 de fevereiro de 2010 14:58

que batina?? nem a opção protestante ele usa.
O negócio dele são ternos italianos...

Teve uma pesquisa de confiabilidade de pessoas conhecidas, ele NÃO foi citado kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

2 de fevereiro de 2010 19:10

Que bizarro. Sujeito mais relativista, impossível. Suas falas são tão adocicadas que atraem até o mais ateu que não quer nada com a Igreja. Vai ao encontro do plurarismo e relavismo praguejantes.

Deus nos livre e nos envie mais s. João Maria Vianney.

7 de julho de 2010 15:36

É a pura verdade, o médico que fez o parto do Demonio só pensou em chamar Jesus Cristo, dizendo Eu estou aqui. para não ser confundido.
Sobre a Batina da Armani, ele fala, mas sobre as roupas intimas valissere e demillus ele esconde?
quem pode acreditar nesta porcaria.

3 de março de 2011 15:04

Que DEUS os perdoe por todas essas bobagens que falaram sobre padre fábio de melo...pois com suas palavras ele ilumina a vida de muita gente que precisa de ajuda espiritual...certamente quem o está a criticar não conhece a verdadeira palavra e face de jesus...tenho pena de todos vcs que aki colocaram suas opiniões sem fundamento!!!

9 de outubro de 2011 17:37

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