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BANDIDO !

Jesus nos ensinou que o Bom Pastor é aquele que como Ele, procede corretamente com as ovelhas, dando-lhe cuidado e alimento devido, ao contrário é mercenário e ladrão. O pastor ladrão procede injusta e desonestamente para com os seus fiéis. Não cumpre com justiça os seus deveres pastorais em relação ao rebanho que lhe foi atribuído.
                                                                                           Adversus Haereses




Artigo retirado do blog "O Catequista"

A última moda na diocese de Nova Iguaçu: mulheres estranhamente paramentadas



Ma-ma… mas o que é isso na foto ao lado? What po**a is that? É mulher-padre, é? Ela está trajada com túnica e estola, é? Não, não pode ser uma estola. Mas que parece uma estola… ah, isso parece!  A imagem é um registro da missa da bênção dos santos óleos deste ano, realizada na Paróquia Jesus Bom Pastor. A foto foi publicada no jornalzinho “Caminhando”, edição de maio, da diocese de Nova Iguaçu-RJ (sim, é aquela diocese da missa da água de coco).
Qualquer criança, ao ver uma pessoa vestida de túnica branca e, sobre ela, uma faixa de pano em volta do pescoço, com as duas pontas pendendo na posição vertical, logo entende que se trata de um sacerdote. Afinal, a estola é um importantíssimo símbolo do poder sacerdotal. Então, ao permitir – ou, quem sabe até, incentivar – que mulheres subam ao presbitério usando esses “paramentos”, a diocese de Nova Iguaçu associa a figura feminina ao sacerdócio.
A ideologia mundana que defende a ordenação sacerdotal de mulheres, como já mostramos aqui, contraria gravemente a Tradição e o Magistério da Igreja. Porém, vamos dar uma colher-de-chá e partir do princípio que esse vacilo não foi intencional, que a referida diocese não tem a menor pretensão de fazer apologia, ainda que de forma disfarçada, ao sacerdócio feminino. Mesmo sob esta hipótese, o erro foi grave: com os símbolos da nossa fé não se brinca!
“Chama o síndico! Tim Maia! Avisem o bispo!”. Calma cocada. Se você ainda não notou, o indivíduo de solidéu ao lado da mulher de túnica e “estola” – ou “echarpe litúrgica”, ou seja lá o que for aquilo – é o bispo diocesesano, D. Luciano Bergamin. Fué-fué-fué-fuéeeee…
E parece que a moda das mulheres estranhamente paramentadas pegou naquelas bandas. Abaixo, postamos fotos de outras cerimônias de bênção dos santos óleos presididas este ano por D. Bergamin, em outras paróquias.
Na Paróquia N. Sra. da Conceição. Foto publicada no jornalzinho 
"Caminhando", edição de abril/2012.

No vídeo a seguir, D. Bergamini preside mais uma celebração dos santos óleos. Aos 12:30 min., duas mulheres “paramentadas” entram pelo corredor central. Depois, pulando para os 23:40 min., podemos ver uma mulher se colocando ao lado dos sacerdotes, diante do altar, em uma situação de aparente igualdade hierárquica – notem que ela está vestida com algo que se assemelha a uma casula.

                                                                         
                                                                                                                                                             

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DIFERENTE DAS UNIVERSIDADES MEDIEVAIS, AS ESCOLAS CATEDRAIS BUSCAVAM A TRANSFORMAÇÃO INTERIOR DA PESSOA




                                                                  Clique para ampliar (espanhol)

Hoje sabemos, que a universidade medieval do século XIII, "longe de representar o cume da educação na Idade Média, não constituiu senão a cristalização tardia, institucionalizada, mais formalizada e menos vigorosa, daquilo que se ensinava nas chamadas “escolas catedrais” dos séculos X a XII.[3] E o que nestas se ensinava eram precisamente as qualidades do gentil-homem – “um intelecto cultivado, um gosto delicado, uma mente cândida, equitativa e desapaixonada, uma conduta nobre e cortês” – como preparatórias à aquisição das virtudes cristãs, no mesmo sentido em que Clemente de Alexandria proclamara ser a filosofia “o pedagogo que conduz ao Cristo”. O ensino aí alcançou tais alturas, e tão visíveis eram os seus frutos de bondade e sabedoria, que se afirmava, na época, que os anjos mesmos o invejavam. Malgrado o seu fulgurante e breve prestígio intelectual, as universidades que vieram depois, com toda sua história de greves, arruaças e até morticínios e a sua queda posterior numa esterilidade deprimente, jamais mereceram nem mereceriam louvor semelhante. Não é injusto dizer que os Estatutos da Universidade de Paris em 1215, transformando a filosofia em profissão regulamentada e meio de ascensão social, muito contribuiram para a perda da inspiração recebida das escolas catedrais e para o afluxo de toda sorte de carreiristas ávidos de poder e prestígio, inflados de habilidade técnica e alheios aos ditames da moral religiosa e até mesmo secular. Não espanta que já em 1229 eclodissem ali motins estudantis que duraram dois anos e deixaram um rastro de cadáveres por toda parte. Relevante, para a compreensão desse processo, é a seguinte diferença. Enquanto as universidades privilegiavam o ensino formalizado, baseado em textos e documentado em novos textos, criando os monumentos de exposição escrita que hoje representam para nós a figura visível do escolasticismo, as escolas catedrais faziam exatamente o oposto: de um lado, não visavam à produção de “obras filosóficas”, mas de personalidades humanas que se destacassem pela beleza, força, equilíbrio e pureza de intenções, sem a menor preocupação de deixar documentos que atestassem a sua passagem sobre a Terra; de outro lado, davam menos importância, na prática pedagógica, ao estudo dos textos ou à aquisição de técnicas do que à influência direta do mestre como exemplo vivo das virtudes intelectuais e morais a ser infundidas no discípulo". (CARVALHO, Olavo de. De Sócrates a Júlio Lemos. A filosofia e seu inverso II. 7 de abril de 2012.)

[3] V. C. Stephen Jaeger, The Envy of the Angels. Cathedral Schools and Social Ideals In Medieval Europe, 950-1200, Philadelphia, University of Pennsylvania Press, 1994.

Fontes: 

RÁBANOS, José María Sotos (coord). Pensamento medieval hispano. Ed. CSIC, 1998.

CARVALHO, Olavo de. De Sócrates a Júlio Lemos. A filosofia e seu inverso II. 7 de abril de 2012. Disponível em: http://www.olavodecarvalho.org/textos/filosofia-inverso2.html


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